Por que usar o Google Chrome? Download aqui!
O navegador da web é sem sombra de dúvida, o software mais importante do computador. Você passa muito tempo on-line em um navegador: quando você pesquisa, bate papo, envia e-mails, faz compras, realiza operações bancárias, lê o jornal e assiste a vídeos on-line, normalmente, você usa um navegador.
Velocidade
O Google Chrome foi projetado para ser rápido de todas as formas possíveis. Ele inicia rapidamente a partir da sua área de trabalho, carrega páginas da web em um piscar de olhos e executa aplicativos complexos da web de forma muito rápida
Simplicidade
A janela do navegador do Google Chrome é otimizada, limpa e simples.
O Google Chrome também inclui recursos projetados para eficiência e facilidade de uso. Por exemplo, você pode pesquisar e navegar na mesma caixa e organizar as guias da maneira que desejar, rápida e facilmente.
Segurança
O Google Chrome foi projetado para manter você mais protegido e seguro na web com uma proteção integrada contra malware e phishing, atualizações automáticas para garantir que o navegador se mantenha em dia com as últimas atualizações de segurança e muito mais.
E mais recursos
O Google Chrome possui muitos recursos úteis integrados, incluindo tradução no navegador, aplicativos, extensões, temas e muito mais. A Chrome Web Store é um mercado on-line no qual você pode descobrir milhares de aplicativos, extensões e temas para o Google Chrome.
Clique aqui para baixar o Google Chrome Leia mais
Chromebook deve chegar ao Brasil no início de 2012
México e Brasil serão os primeiros países da América Latina a receberem o notebook do Google.
Ao menos foi o que confirmou Ricardo Zamora, diretor de comunicação do Google México, ao anunciar o início das vendas do Chromebook no México, também em 2012.
“Vamos iniciar as vendas para empresas, e após um breve período, iremos entregar aos usuários finais”, afirmou Zamora durante palestra na Cidade do México, na noite de ontem.
Segundo Zamora, México e Brasil serão os primeiros países da América Latina a receberem o Chromebook, que deverá chegar ainda no primeiro semestre de 2012.
Em maio o Google já havia informado que pretendia trazer o Chromebook para a América Latina ainda este ano, mas a ação não teve continuidade. Desta vez, a confirmação de Zamora parece mais palpável ao mercado.
Porém, o executivo não citou os preços que serão praticados para a venda dos aparelhos. Mas se seguir os valores cobrados nos Estados Unidos, uma empresa poderá pagar US$ 28 mensais por cada notebook. Já escolas pagariam US$ 20 por mês.
O Chromebook foi apresentado pelo Google no início deste ano e traz embarcado o sistema Chrome OS, baseado na computação em nuvem e que tem interface inteiramente baseada na web.
O espaço local de armazenamento é limitado, e tudo que for usado, baixado ou armazenado ficará em um servidor remoto. O Chromebook possui dois modelos, um fabricado pela Samsung (Series 5) e outro pela Acer (AC700).
Leia maisPor transparência, Google mostra como bloquear propagandas…
O Gerenciador de Preferências de Anúncio também permite configurar preferências por tema – acesse a aba “Anúncios na Web” – ou bloquear qualquer tipo de personalização, em “Cancelar”!
O Google anunciou nesta semana que implantará mecanismos de “transparência e escolha” em seus anúncios, permitindo que o usuário opte pelo que quer ou não ver de propaganda junto a seus resultados de busca. O sistema ainda inclui um botão que explica porque determinada publicidade está sendo exibida em um dado momento.
Com o Gerenciador de Preferências de Anúncio (Ads Preferences Manager, em inglês), é possível bloquear anunciantes específicos caso seu conteúdo não seja de interesse do usuário. Para excluir uma empresa, basta clicar no recém-criado botão “Por que este anúncio?”, no canto direito do link patrocinado, e depois escolher a opção do administrador de configurações. Uma lista de anunciantes relacionados à busca feita vai aparecer, e ao lado de cada nome há um link para o bloqueio.
Também é possível ajustar o gerenciador de acordo com categorias de sites visitados, o que se aplica, além das páginas de busca, aos Google Ads embedados em blogs, por exemplo. Para isso, quando na página de configurações, acesso link “Anúncios na Web”.
A ferramenta ainda permite inibir qualquer tipo de personalização – o que não significa não ver anúncios, mas impede o Google de usar informações pessoais para escolher quais publicidades mostrar. “Sabemos que para usar sua informação, precisamos que você confie que vamos lidar com ela corretamente”, afirma a chefe de engenharia de software Diane Tang, no vídeo abaixo:
Leia maisGoogle vai lançar loja de música online
Nos últimos anos, o Google se acostumou a liderar tendências e inovações no mundo virtual. Agora, porém, a empresa está atrás dos competidores, correndo para não ficar de fora de um mercado multibilionário: o da música. O gigante das buscas deve lançar em breve uma loja virtual para venda de músicas online, a exemplo do que já fazem a Apple, com sua iTunes Store, e a Amazon, com seu Cloud Player. O novo serviço ainda não tem nome definido, e está sendo batizado informalmente de Google Music.
Música em novo ritmo
O mercado da música prepara-se para entrar em nova fase. Depois do declínio das vendas dos CDs em função da pirataria, passando pela dominância da Apple e sua iTunes Store (que vende faixas para download por por menos de dois dólares), estamos entrando na era dos serviços em cloud computing, em que os usuários não mais precisam baixar os arquivos, mas eles ficam à sua disposição para uso em qualquer dispositivo, em servidores espalhados mundo afora. E, nessa nova era, Apple e Amazon já deram passos importantes, enquanto o Google continua engatinhando.
Quem está à frente nesse novo cenário é a Apple. Apoiada pelo histórico da iTunes Store, a empresa conseguiu alinhavar acordos com as principais gravadoras, que já deram sua bênção para que as músicas compradas pelos usuários possam estar disponíveis para qualquer dispositivo que se conecte ao iCloud (serviço que a Apple lançou na quarta-feira, dia 12). A Amazon também já conseguiu alguns acordos, mas a operação – pela falta de acordos com todas – é mais complicada que na Apple. No serviço da Amazon, os usuários precisam fazer o upload de cada uma das faixas para o serviço na nuvem. No caso da Apple, esse upload é automático, e os usuários nem precisam se preocupar com a operação.
Google na lanterna
Já o Google ainda não conseguiu firmar acordos com as principais gravadoras. Apenas selos menores já concordaram em fazer parte da nova empreitada. É claro que a situação pode se alterar nas próximas semanas, mas, de qualquer modo, o gigante da buscas vai precisar de muito fôlego para garantir um lugar ao sol nessa corrida pelo potencialmente explosivo mercado de músicas armazenadas na nuvem.
Leia maisGoogle+ perde mais de 60% de usuários ativos desde o lançamento
O Google bem que tentou, de diversas formas, chamar a atenção do público para sua nova rede social, o Google +. A página até conseguiu um grande boom de novos usuários em seus primeiros meses, mas o número de internautas ativos na página caiu vertiginosamente em setembro, segundo análise feita pela firma Chitika.
Página inicial do Google com a logo do Google+.
A princípio, com a abertura do site para qualquer pessoa, o tráfego chegou a subir 1.200% por dia. No entanto, desde 20 de setembro,
pouco depois de a fase beta ter sido encerrada e a página ter se tornado pública, as visitas caíram de forma assustadora: 60%.
Ao que tudo indica, chegar ao mesmo patamar do Facebook, que tem 800 milhões de pessoas utilizando o serviço ativamente em todo o mundo, não vai ser fácil.
Apesar disso, o CEO do Google+ , Eric Schmidt, mantém o otimismo.
- Temos um produto chamado Google Plus, que está indo muito bem e acredito que vai ocupar um mercado um pouco diferente do Facebook.
Ele tem mais privacidade, por exemplo – disse, em entrevista à PBS.
© 2003 - 2011 SonSoft Brasil Corporation®